Liniker, Pablo Vittar e outros artistas LGBT estamparão a edição de agosto da Vogue Brasil

Tombamento musical

A música mais ouvida do Carnaval 2017 é a canção Todo Dia, da cantora Pablo Vittar. Comprovando assim, que o panorama da música LGBT no Brasil está super em alta.

Elas estão fazendo a diferença por onde passam. Nem só de lacre e tombamento vivem. Passam mensagens que são reflexo do que viverão e ainda vivem. Cantam amor, curtição, beleza, empoderamento e com as suas vozes, levantam o astral de muitos e conquistam o respeito de uma multidão.

As mudanças para a comunidade LGBT, no Brasil, estão sendo positivas, no entanto, as vitórias obtidas até o momento, são oriundas de muita luta, de força, garra e persistência de pessoas que desejam ser respeitadas pelo o que são.

Se tornaram referência neste segmento e se destacam pela liberdade e verdade em suas letras. Pela composição de looks inusitados, alegres e sofisticados que, dizem muito sobre elas, além disso, inspiram multidões.

‘Vogue Brasil’

A  ‘Vogue Brasil’ , em sua edição de agosto vai apresentar a união das cantoras referência neste momento para um ensaio e conversa. Liniker, Linn da Quebrada, Pabllo Vittar, Gloria Groove, Véronica Valentino, Ivana Wonder, Lia Clark, Candy Mel, Raquel Virgínia e Assucena Assucena, de As Bahias e a cozinha mineira, foram as escolhidas pela publicação.

“Não falo apenas sobre gênero e sexualidade, eu grito sobre a nossa vida”, afirma Linn da Quebrada, cantora trans de 27 anos.

Pabllo Vittar, que lacra nas redes, com  2 milhões de seguidores no Instagram, lidou com muita homofobia antes de alcançar o sucesso: “Sofri muito preconceito, mas conquistei meu espaço”, comemora.

O styling das fotos foi feito pelo Dudu Bertholini, e as produções são todas da cobiçada grife Gucci.

 

A marca foi escolhida por ser a primeiro  do segmento fashion a celebrar um acordo com a organização Parks – Liberi e Uguali.

A ONG italiana ampara empresas parceiras no desenvolvimento de estratégias e práticas para respeitar a diversidade, com foco na orientação sexual e na identidade de gênero. Veja os cliques abaixo:

Por Amanda Martins

Graduanda em Direito na Faculdade Presbiteriana Mackenzie Rio,Pesquisadora em Energia no Núcleo de Pesquisas Brasil-Chile, Editora, membro da Organização Carioquice Negra, escritora, cantora e compositora

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